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Segredos são segredos. Nada pode, muito menos deve, sair daqui.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

AQUELE amor.

Enquanto uns sorriem outros choram. E neste momento, eu estou a sorrir, por um grande espaço de mim... E do outro lado, bom... Do outro lado não há tanta felicidade assim. Enquanto os que sorriem completamente fazem os outros chorarem, estou aqui, com a minha simples felicidade que ao mesmo tempo se torna um tanto complexa e, felizmente, sem nenhum tipo de complicação, nenhum mesmo. Somente a felicidade a tomar conta do meu ser mais e mais.
Se o que vivi antigamente me trouxe tristeza, o que vivo hoje me trás mais que alegria. Me trás uma magia que me faz feliz, que me faz sonhar e me faz ter o poder de esquecer de toda a dor inútil que senti.
A dor, o sofrimento de nada valeram... Mais hoje realmente entendo do que serviu tudo isso. Me deu uma lição que poderei levar para a vida toda. Não confiar, não acreditar, não ser boba. Não pedir a morte, não pedir a vida, simplesmente deixar acontecer. Não amar, não chorar, não se revelar, não se declarar, não correr atrás, não fazer-se de idiota, não fingir amar. Não machucar, não fazer doer, e nem, se quer, fingir uma falsa dor. Não mentir, não odiar. Não forçar esquecimento nem forçar uma paixão. Aproveitar? Uhm, isso sim. Aproveitar e fingir que esse é o último dia de sua vida. O único que poderá viver com todo o seu coração, e com o seu amor. Aquele que você não finge, aquele de verdade. Aquele que as regras que aprendi não se encaixam, aquele que a pupila dilata, aquele que o coração dispara e as mãos começam a tremer e ao mesmo tempo suar, aquele que quando o vê ir embora os olhos se enchem de lágrima, aquele que nenhuma regra pode ser posta, além de amar incondicionalmente. AQUELE amor... E não simplesmente qualquer.

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