Deixa que o tempo...
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Mas aprenderei...
Antes eu sabia como fazer um poema, sabia como era bom não imaginar o que é sofrer. Hoje, percebe-se os poemas que eu faço, em verdade, não são poemas, são tristezas e raivas transpassadas em textos. Não que eu não seja feliz, sou muito, mais não sei mais escrever que sinto de verdade a felicidade. E, às vezes, sei fazer de felicidade. Não sei mais escrever sobre amor, a não ser que ele tenha sido machucado. Não sei falar sobre família e nem sobre eternas felicidades... E mesmo que eu os sinta, não sei escrever. Mas aprenderei e voltarei a ter a inocência imaginária nos olhos, a felicidade que sinto, mais que não sei expressar. E, de qualquer modo, voltar a saber a escrever sobre meu amor, minha felicidade que estará dentro de mim por muitos tempos.
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